下载app领彩金16| 首页

Escolha uma Página

Folclore Sergipano

O Folclore Sergipano é rico e diversificado, reunindo elementos da cultura indígena, africana e europeia.

Sergipe guarda na sua história e em sua tradi??o uma boa parte das culturas portuguesa e negra e um dos mais ricos folclores do Brasil.

S?o incontáveis as manifesta??es culturais que nos levam ao passado e garantem, no temp atual, uma permanente conversa??o entre as mais diversas comunidades responsáveis pela continuidade do folclore sergipano.

A seguir, você fará uma viagem pelo que há de mais belo na cultura popular sergipana.

Dentre as diversas manifesta??es do folclore sergipano destacam-se principalmente o Reisado, Parafusos, Guerreiros, Lambe-Sujos e Caboclinhos, Cacumbi, Taieira, Samba de Parelha, S?o Gon?alo.

Folclore Sergipano

Anualmente é realizado em Laranjeiras Sergipe o Encontro Cultural de Laranjeiras, um evento que sempre reúne musicais, apresenta??es de grupos folclóricos, alguns grupos de discuss?o e belíssimas exposi??es sobre o folclore no estado de Sergipe.

Folclore Sergipano: Cacumbi

N?o se sabe ao certo quase nada sobre a origem do Cacumbi, acredita-se que trata-se de uma varia??o de outros autos e bailados como Congada, Guerreiro, Reisado e o próprio Cucumbi.

O grupo geralmente apresenta-se na Prociss?o de Bom Jesus dos Navegantes e costumeiramente no Dia de Reis, que é quando a dan?a é realizada em homenagem a S?o Benedito e Nossa Senhora do Rosário.

Pela manh?, alguns integrantes do grupo assistem à uma missa na igreja, onde todos cantam e dan?am em homenagem aos santos padroeiros.

Depois das louva??es, todo o grupo sai às ruas cantando músicas profanas e, geralmente à tarde, acompanham a prociss?o pelas ruas da cidade.

Geralmente seus personagens s?o o Mestre, o Contra-Mestre e os “dan?adores” e “cantadores”; o grupo é composto exclusivamente por homens.

Os componentes vestem cal?a branca, camisa amarela e chapéus enfeitados com fitas, espelhos e la?os. Só o Mestre e o Contra-Mestre usam camisas azuis.

O ritmo é forte, o som marcante e o apito coordena a mudan?a dos passos. Os instrumentos que acompanham o grupo s?o: cuíca, pandeiro, reco-reco, caixa e ganzá.

Em Sergipe, o Cacumbi é encontrado nos municípios de Lagarto, Japaratuba, Riachuelo e Laranjeiras.

Folclore Sergipano: Cangaceiros

Em 1960, Azul?o, conhecido por ser um dos homens de Lampi?o, formou um grupo composto de 17 homens e 2 mulheres (representando Maria Bonita e Dadá), todos eles vestidos de cangaceiros e, com eles saiu cantando e dan?ando em ritmo de forró pelas ruas de Lagarto; costume vivo até hoje, revivendo as estórias e histórias de Lampi?o cantadas e decantadas em prosa e verso.

O grupo tem como indumentária chapéus de couro enfeitados, camisas de mangas longas com divisas nos ombros, jabiracas coloridas ou len?o no pesco?o, cartucheiras, espingardas e sandálias de couro grosso.

Em Sergipe, a manifesta??o permanece viva nos municípios de Lagarto e Propriá.

Folclore Sergipano: Chegan?a

Chegan?a é uma dan?a que representa em toda a sua evolu??o a luta dos crist?os pelo batismo dos Mouros.

A apresenta??o sempre acontece na porta de igrejas, onde uma embarca??o de madeira é montada para o desenvolvimento das jornadas.

A predominancia é do azul e do branco.

O padre, o rei e os Mouros (personagens da Chegan?a), utilizam outras tonalidades.

O pandeiro é o principal instrumento de acompanhamento, eles utilizam também apitos e espadas. Bastante teatral, a apresenta??o completa da Chegan?a demora, geralmente, 60 minutos.

Folclore Sergipano: Guerreiro

Auto natalino, que carrega marcas do Reisado.

Sobre as origens conta a lenda popular que uma rainha, em um passeio acompanhada de sua criada de nome Lira e dos guardas (Vassalos), conhece a apaixona-se por um índio chamado Peri.

Para n?o ser denunciada, manda matar Lira. Mesmo assim, o rei toma conhecimento do fato e, na luta contra o índio Peri, morre.

A dan?a é composta de jornadas – uma seqüência de cantos e dan?as -, que s?o apresentadas de acordo com os personagens de cada grupo, sendo um dos pontos culminantes a luta de espadas, travada entre o Mestre e o índio Peri.

Os principais personagens do Guerreiro, além do Mestre – que comanda as apresenta??es -, e do índio Peri, s?o: o Embaixador, a Rainha, Lira, o Palha?o e os Vassalos.

Os instrumentos que acompanham o grupo s?o sanfona, pandeiro, triangulo e tambor.

Destacam-se os trajes coloridos e ricamente enfeitados.

Folclore Sergipano: Lambe Sujo e Caboclinho

S?o dois grupos folclóricos unidos num folguedo que se baseia no episódio da destrui??o dos quilombos.

O grupo dos Lambe-Sujos é formado por meninos e homens totalmente pintados de preto, usando uma mistura de tinta preta e mela?o de cana-de-a?úcar para ficar com a pele brilhosa.

Eles usam short e um gorro de flanela vermelha.

Nas m?os, uma foice, símbolo de luta pela liberdade. Fazem parte do grupo o Rei”, a Rainha e a “M?e Suzana”, representando uma escrava negra.

Após uma alvorada festiva, os Lambe-Sujos saem às ruas, acompanhados por pandeiros, cuícas, reco-recos e tamborins, roubando diversos objetos de pessoas da comunidade que s?o guardados no “mocambo”, armado em pra?a pública.

A devolu??o dos objetos é feita mediante contribui??o em dinheiro pelo proprietário do objeto roubado.

Junto com os Lambe-Sujos se apresentam os Caboclinhos, que pintam o corpo de roxo-terra e usam indumentária indígena: enfeites de penas, cocar e flecha nas m?os.

A brincadeira consiste na captura a rainha dos Caboclinhos pelos Lambe-Sujos, que fica aprisionada.

à tarde, há a tradicional “batalha” pela liberta??o da rainha, da qual os Caboclinhos saem vitoriosos.

O grupo musical que acompanha o folguedo é composto por ganzás, pandeiros, cuícas, tambores e reco-recos. Hoje, a “Festa de Lambe-Sujo”, como é conhecida, tornou-se uma das mais importantes da cidade de Laranjeiras, acontecendo sempre no segundo domingo de outubro.

Folclore Sergipano: Maracatu

O Maracatu originou-se da coroa??o dos Reis do Congo.

N?o sendo propriamente um auto, n?o tem um enredo ordenado para sua exibi??o.

Integram ao cortejo real, lembran?a da célebre rainha africana Ginga de Matamba, o Rei, a Rainha, o Príncipe e a Princesa, Ministros, Conselheiros, Vassalos, Lanceiros, a Porta-bandeira, Soldados, Baianas e tocadores.

E as “Calungas”, bonecos representando Oxum e Xang?.

Em geral o cortejo é formado por integrantes negros. Vestidos de cores extravagantes, os participantes do cortejo seguem pelas ruas da cidade cantando e saracoteando, entre umbigadas, cumprimentos e marchas.

N?o existe uma coreografia especial.

Algumas das cantigas s?o proferidas numa presumível língua africana, tambor, chocalho e gonguê s?o os instrumentos musicais que acompanham o cortejo.

Tendo o Maracatu perdido a tradi??o sagrada, hoje, é considerado um grupo carnavalesco, de brincadeira s de rua, que, em Sergipe, é encontrado nos municípios de Brejo Grande e Japaratuba.

Folclore Sergipano: Parafusos

Conta-se que no tempo da escravid?o, os escravos negros fugitivos saíram à noite para roubar as anáguas das sinhazinhas deixadas no quaradouro.

Cobrindo todo corpo até o pesco?o, sobrepondo pe?a por pe?a, nas noites de lua cheia saíram pelas ruas dando pulos e rodopiando em busca da liberdade.

A supersti??o da época contribuiu para que os senhores ficavam apavorados com tal assombra??o – acreditando em almas sem cabe?a e outras visagens – e n?o ousavam sair de casa.

Após a liberta??o, os negros saíram pelas ruas vestidos do jeito como faziam para fugir dos seus donos.

Nasceram assim os parafusos.

Trajando uma seqüência de anáguas, cantarolando, pulando em movimentos torcidos e retorcidos, um grupo exclusivamente de homens – representando os escravos negros – formam o grupo folclórico “Parafuso” da cidade de Lagarto.

Os instrumentos que acompanham o grupo s?o triangulo, acordeom e bombo.

Folclore Sergipano

Folclore Sergipano: Reisado

O Reisado, de origem ibérica, se instalou em Sergipe no período colonial.

é uma dan?a do período natalino em comemora??o do nascimento do menino Jesus e em homenagem dos Reis Magos.

Antigamente era dan?ado às vésperas do Dia de Reis, estendendo-se até fevereiro para o ritual do “enterro do boi”.

Atualmente, o Reisado é dan?ado, também, em outros eventos e em qualquer época do ano.

A cantoria come?a com o deslocamento do grupo para um local previamente determinado, onde é cantado “O Benedito”, em louvor a Deus, para que a brincadeira seja aben?oada e autorizada.

A partir daí, come?am as “jornadas”.

O enredo é formado pelos mais diversos motivos: amor, guerra, religi?o, história local, etc., apresentado em tom satírico e humorístico, originando um clima de brincadeira.

O Reisado é formado por dois cord?es que disputam a simpatia da platéia e s?o liderados pelas personagens centrais: o “Caboclo” ou “Mateus” e a “Dona Deusa” ou “Dona do Baile”.

Também se destaca a figura do “Boi”, cuja apari??o representa o ponto alto da dan?a.

Os instrumentos que acompanham o grupo s?o viol?o, sanfona, pandeiro, zabumba, triangulo e ganzá.

O Reisado tem como característica o uso de trajes de cores fortes e chapéus ricamente enfeitados com fitas coloridas e espelhinhos.

Folclore Sergipano: S?o Gon?alo

Dan?a em homenagem a S?o Gon?alo do Amarante, que segundo a lenda, teria sido um marinheiro que tirou muitas mulheres da prostitui??o, através da música alegre que fazia com a viola.

A dan?a é acompanhada por viol?es, pulés (instrumentos feitos de bambu), e caixa.

A caixa é tocada pelo “patr?o” – homem vestido de marinheiro, como alus?o a S?o Gon?alo do Amarante.

O grupo dan?a em festas religiosas e pagamento de promessas.

é composto em suas maioria por trabalhadores rurais, que se vestem de mulher, representando as prostitutas.

Um dos grupos mais apreciados pela singeleza da dan?a e da música.

Folclore Sergipano:?Taieira

Grupo de forte característica religiosa tendo por objetivo a louva??o a S?o Benedito e a Nossa Sra. do Rosário, ambos padroeiros dos negros no Brasil.

é da imagem dessa santa que se retira a coroa para colocar na cabe?a da “Rainhas das Taieiras” ou “Rainha do Congo”.

Durante a missa na Igreja de S?o Benedito, em Laranjeiras, as Taieiras, grupo de influência afro, participa efetivamente do ritual crist?o numa demonstra??o clara do sincretismo religiosos entre a Igreja Católica e os rituais afro-brasileiros.

O momento da coroa??o é o ápice da festa que se realiza sempre no dia 06 de janeiro, nessa igreja.

Tocando quexerés (instrumentos de percuss?o) e tambores, as Taieiras, trajando blusa vermelha cortada por fitas e saia branca, seguem pelas ruas cantando cantigas religiosas ou n?o.

Este evento é definido como uma das mais claras demonstra??es de sincretismo, com santos e rainhas, prociss?es e dan?as misturados num mesmo momento de celebra??o.

Folclore Sergipano:?Zabumba

Zabumba é o nome popular do “bombo”, um instrumento de percuss?o.

O termo, também, é usado para denominar o conjunto musical composta por quatro integrantes, todos do sexo masculino, conhecido como “Banda de Pífanos”.

Em Sergipe, as apresenta??es da Zabumba acontecem em rituais de pagamento de promessas, datas comemorativas, festas religiosas e festivais de cultura popular.

Fontes (Folclore Sergipano):
http://www.emsetur.se.gov.br/

下载app领彩金16 <蜘蛛词>| <蜘蛛词>| <蜘蛛词>| <蜘蛛词>| <蜘蛛词>| <蜘蛛词>| <蜘蛛词>| <蜘蛛词>| <蜘蛛词>| <蜘蛛词>| <蜘蛛词>| <蜘蛛词>| <蜘蛛词>| <蜘蛛词>| <蜘蛛词>| <蜘蛛词>| <蜘蛛词>| <蜘蛛词>| <蜘蛛词>| <蜘蛛词>| <蜘蛛词>| <蜘蛛词>| <蜘蛛词>| <蜘蛛词>| <蜘蛛词>| <蜘蛛词>| <蜘蛛词>| <蜘蛛词>| <蜘蛛词>| <蜘蛛词>| <蜘蛛词>| <蜘蛛词>| <蜘蛛词>| <蜘蛛词>| <蜘蛛词>| <蜘蛛词>| <蜘蛛词>| <蜘蛛词>| <蜘蛛词>| <蜘蛛词>| <蜘蛛词>| <文本链> <文本链> <文本链> <文本链> <文本链> <文本链>